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Mulheres líderes americanas visitam ONGs do Brasil Abas primárias

4 de abril de 2013 - Por:

As Americanas Amy Britt da ONG Tapestry Health, Shelley Parker da ONG Cancer Connection, Judy Mealey do Centro de Saúde Mercy Medical Center, Leslie Laurie do Instituto Tapestry Health e Cynthia Staniszewski do Instituto Women´s Fund estiveram no Brasil entre os dias 15 e 27 de julho para conhecer os projetos na área de saúde das ONGs Brasileiras. Elas são participantes do Programa de Empoderamento Feminino, promovido pelos Estados Unidos. A visita ao Instituto Humsol ocorreu no dia 23 de julho, na qual elas puderam conhecer o trabalho da ONG.

70Foram apresentados os projetos Chaveiro do Bem e Chaveiro da Vida, ambos idealizados pela presidente do Instituto Humsol, Tania Mary Gomes, também as palestras Faça a Diferença com Elegância da pedagoga Andrea Matesich, e Família Laços de Amor da pedagoga Assunta Fontana, ainda a Assessoria de Comunicação composta pelas jornalistas Ana Paula Komar, Angélica Alves Bueno e Jenifer Magri, o Site produzido pela empresa Amana Tyryra, apresentado pelo desenvolvedor de web André Santim e também a Companhia de Dança do Instituto Humsol, na qual são integrantes as voluntarias da ONG.

O programa é uma parceria entre o Institute for Training and Development e o Smith College de Massachussets nos Estados Unidos com o IMAMA e FEMAMA no Brasil, o qual consiste em um projeto de intercambio para lideranças femininas do Brasil e EUA. Esta é a segunda fase do programa, a primeira fase ocorreu  no período de 25 de março a 05 de maio de 2012, em Massachussets, EUA.

Para Rosângela Cristina Souza, voluntária do Instituto Humsol que participou da primeira fase do programa, as instituições americanas tem muito a nos ensinar principalmente devido a captação de recursos. “O americano aprende desde muito cedo a doar para instituições sem fins lucrativos, assim essas instituições tem que ser criativas na maneira como vão captar esses recursos. No Brasil a iniciativa de doar está muito além das expectativas, o que torna mais difícil, mas não impossível qualquer luta nesse sentido”, ressalta.

Outra questão que também chamou a atenção de Rosângela é o fato de nos EUA as ONGs também contratam funcionário e não só voluntários. “As ONGs lá tem funcionários que recebem pelo o que faz, ou seja, é um trabalho como outro qualquer, a pessoa é que decide se prefere trabalhar em uma empresa, ou em uma organização que está lutando por causas especiais e pelos direitos dos cidadãos”, afirma.

O objetivo do programa de intercambio é permitir que mulheres líderes aprendam umas com as outras e ganhem experiência e também para saber como as organizações defendem e promovem o papel crítico da mulher no avanço da comunidade, especialmente nas áreas de saúde pública e da sociedade civil. “Para mim, toda essa experiência significa somente o começo. Com tantas informações recebidas em Massachussets ,em Washington e aqui em Curitiba me sinto na obrigação de tentar fazer muito mais pela organização que escolhi para ser voluntária e por em prática meus projetos”, conta Rosângela.

Por Ana Paula Komar

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